domingo, 1 de maio de 2016

VetLife - Scotalnd #11 Vamos ao que interessa...Whisky!

Não gosto da maior parte das bebidas alcoólicas. Não é porque não tento. Eu tento! Já experimentei vários vinhos; já tentei várias marcas de cerveja, desde irlandesa a chinesa; já bebi em várias situações e diferentes estados de espírito; já bebi para ficar bêbeda e sem querer ficar bêbeda; já bebi misturado com sumo, ou em estado puro; já tentei com peixe, carne ou doces. Simplesmente é tempo de admitir - sabe-me mal! 

Se calhar é porque fui criada a água e suminhos doces. Continuo a preferir uma boa limonada, uma  7up fresquinha, ou mesmo água. A única bebida de que realmente gosto é de Mojitos e Gin. Numa noite escaldante de Verão sabe mesmo bem ter um desses para refrescar.

No entanto, a Escócia é conhecida pelo Whisky e tinha de levar uma garrafa para o meu pai. Como é que no meio de tanta marca e variedade eu ia conseguir fazer uma escolha minimamente fundamentada?

Por essa razão, hoje fui visitar a destilaria mais pequena da Escócia - Edradour (lê-se como se fosse para rimar com "flower"). 

Como não tenho carro, ainda tive de andar uns 4km, desde Pitlochry, para chegar ao sitio, que fica no meio de nenhures, mas o tempo estava bom (aka não estava a chover). Cheguei mesmo em cima da penúltima tour do dia e após pagar 7,5 libras (a meu ver, CARO!), juntei-me ao nosso guia.   

Achei todo o processo de produção de Whisky bastante interessante e curioso. Sabiam, por exemplo que antes de se transformar na "água da vida", nome pelo qual o Whisky também é conhecido, temos uma mistura que não é mais do que cerveja. Acho que é algo bastante lógico, uma vez que é produzido a partir da fermentação de malte, mas confesso que nunca tinha pensado muito nisso. 

A tour começa com uma breve introdução sobre o aparecimento da destilaria Edradour e somos de seguida transportados até ao local de prova. Achei um truque matreiro, isto de nos fazer provar 2 copos de whisky antes de a tour realmente começar...mas claro que acabou por ter lógica e foi importante para entendermos as diferenças de sabor que sentimos. Durante esta prova é passado um DVD sobre o processo de fabrico do Whisky nesta destilaria. No final deixam-nos ficar com o copo, o que ajuda a compensar aqueles mal fadados 7,5 pounds de entrada! 

Depois vem uma das partes que mais gostei, o armazém das pipas!

Neste local o guia explicou-nos a importância do tipo de pipa e conteúdo prévio da mesma. Falou-nos da diferença entre os vários tipos de whisky que produziam, e como a maturação na pipa variava e determinava a coloração e o sabor final da bebida. Para mim, que queria aprender como basear a minha escolha para oferecer um bom whisky ao meu pai, foi a melhor parte da visita. 

No geral, foi uma experiência interessante e que aconselho, mesmo que sejam como eu e não gostem de whisky. Se gostarem de história vão gostar de visitar este sitio. Basta pensar que o que está dentro de um simples barril foi lá introduzido por alguém que viveu há pelo menos 10 anos atrás! Imaginem quão diferente é o mundo, quando o whisky volta a ver o olhar de outra pessoa?! É um pensamento absurdo. O whisky não tem sentimentos, eu sei. Mas é a paciência de quem o produz que me fascina. Torna o tempo tão relativo. Um bocado, como quando se bebe demais...

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Tenho um segredo...

Chama-se ASMR - Autonomous sensory meridian response. Em português diz-se Resposta Autónoma Meridiana Sensorial. Acho mais fácil dizer ASMR e é o termo que utilizo. 

Há mais de um ano atrás os vídeos de ASMR no Youtube, vieram solucionar o meu problema de insónias, ou paranóicas antes de ir dormir. Durante grande parte da minha vida adulta senti dificuldades em dormir descansada. Os pequenos problemas pareciam tomar proporções astronómicas durante a noite. Por uns 3 anos usei filmes da Disney, sobretudo nas noites mais complicadas, para conseguir adormecer. Nos últimos tempos já não estavam a resultar. 



Os vídeos do John Green e do Crash Course também ajudavam, mas mais uma vez...não eram perfeitos. Na maior parte das vezes, eram demasiado interessantes para me fazerem adormecer! 

Um dia, quando andava à procura de vídeos com sons de taças do Tibete (Uma das melhores recordações que tenho da Madeira! O som é simplesmente relaxante!), deparei-me com esta coisa do ASMR. Fiquei imediatamente maravilhada com os arrepios (os chamados tingles) que os sons que aquelas pessoas faziam provocavam em mim. Mostrei os vídeos às minhas amigas que acharam a ideia só muito "estranha". O meu namorado também achou estranho e até assustador. Na realidade eu acho é que eles sentiram vergonha de terem pessoas aleatórias a sussurrar nos ouvidos deles. 

É compreensível. Mas eu tinha um problema e queria uma solução. Isto resultava comigo e bastavam 10 minutos, para me sentir cheia de sono e dormir como um porquinho o resto da noite.

E foi assim que, há mais de um ano atrás, comecei a ver vídeos ASMR antes de ir dormir. A minha rotina nocturna consiste em ligar o meu telemóvel ao carregador, acoplar os auriculares e escolher um vídeo ASMR para ver e adormecer. Normalmente sou capaz de desligar o Youtube antes de chegar à fase em que durmo. É muito raro adormecer mesmo. Mas o que importa é que os meus mil pensamentos param durante uns minutos e consigo adormecer. Há noites que nem preciso dos vídeos. 


Passado mais de um ano, sigo inúmeros canais e pessoas no Youtube, que se dedicam exclusivamente ao ASMR. Todos os meses descubro gente nova, que faz coisas interessantes e diferentes. Já não sinto muitos "arrepios". Com o tempo ganha-se alguma resistência aos estímulos. No entanto, acho reconfortante na mesma e já se tornou um hábito. Recomendo para quem tenha problemas de insónias. Mesmo que pareça estranho no início! Há imensos tipos de estímulos (Triggers, como lhes chamam), para todos os gostos! Basta terem uns auriculares e estão prontos!

Boa noite! (Links disponíveis ao longo do texto! ;))

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Eu só sei que nada sei!

Há uns dias atrás, uma amiga comentava comigo que quanto mais anos passam, menos sabe sobre o amor. 

Depois do fim de uma relação, que durou um par de meses percebeu que aquilo que sentia falta não era propriamente da pessoa, mas das coisas que conseguia usufruir ao estar numa relação. Os mais românticos dirão que se sentiu só isso é porque não era amor. 

Se calhar têm razão. Se calhar não era amor. Ou então estamos todos muito iludidos com o que é o amor. 

A meu ver o amor pode ser muito egoísta. Há histórias em que o amor é o herói da história, mas na maior parte dos casos o amor é aquele gajo irritante que justifica os meios para atingir os fins. "Ah e tal, foi por amor!". Podíamos igualmente dizer que foi por ódio, mas isso não perdoaria nada. Já o amor, esse é sempre perdoado.


Já fui romântica. Já acreditei que amar alguém era nunca pensar em mais ninguém. Pensar em mais alguém era pecado e devia ser reprimido. Amar era estar sempre feliz e fazer surpresas e passar fins-de-semana em sítios exóticos. É incrível a merda que nos metem na cabeça enquanto crescemos. Desde a imagem de amor fácil que os pais tentam passar, até aos livros e séries de televisão que vemos. Parece tudo tão cor-de-rosa e maravilhoso! O amor é tudo aquilo que queremos encontrar e ter!

O que se esquecem de nos avisar é que, às vezes, o amor não chega. Às vezes há uma maldita de uma sogra que não gosta de nós, ou surgem distâncias de 3000km que fazem com que simplesmente seja impossível estar em contacto. Às vezes aparecem outras pessoas igualmente, ou momentaneamente mais cativantes, às vezes alguém fica doente e impossível de aturar.  Às vezes simplesmente deixa de haver amor. 

Imaginem as mil coisas que aconteceram na vossa vida. Como é que alguém fica sempre igual? Como é que nos mantemos a pessoa por quem o outro se apaixonou? Sempre. É simplesmente irrealista. 

O amor. Essa coisa complicada. Mais do que algo que se sente, é algo que se escolhe. 
Dá trabalho, não é fácil e às vezes faz-nos desesperar. Às vezes transforma-se em ódio. 


Olhem, na verdade eu só sei que nada sei!

 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

10 Curiosidades Britânicas



Vai fazer mês e meio, que estou por terras inglesas. Já deu tempo, para conhecer os arredores e fazer uma viagem pela costa este escocesa (detalhes mais tarde). Resumindo, já deu tempo para começar a aperceber-me de pequenos pormenores, que não deixam de ser curiosos. 

Nós, portugueses, temos a tendência para acharmos que os outros são sempre melhores que nós (excepto no que refere ao vinho e ao futebol); se é estrangeiro, principalmente inglês ou americano, é melhor! No entanto, tenho-me apercebido que há coisas que são melhores em Portugal e que aqui são só estranhas:

1) O Tempo – não me refiro ao ser mais quente, ou frio; ao estar chuva, ou neve. Refiro-me ao saíres de casa e conseguires perceber que o tempo que tens de manhã, vai ser o mesmo que tens ao final do dia. Podes planear a tua roupa de acordo com o que te aparece na janela. Aqui não. A Escócia é conhecida por ter todas as estações do ano num dia só e é isso que acontece. A título de exemplo, hoje acordei e estava a chover. Lá fui eu com o guarda-chuva. Às 5 da tarde estava um sol maravilhoso e lá vinha eu de guarda-chuva em punho. Acho que é por isso que por aqui as pessoas desistiram dos guarda-chuvas…Para não parecerem ridículas. 

  
2) O pessoal aqui não valoriza o almoço como deve ser! - Lá estou eu a comer a minha massa de frango, ou o meu arroz de marisco, e toda a gente à minha volta a comer uma sandes de pão Bimbo e umas batatas fritas. Uma vez por semana até nem tem mal, mas depois começa a dar prisão de ventre comer tanto pão! Não há nada como sentar à mesa e comer um bom prego no prato, ou uns restos de feijoada do dia anterior. 


 3) Era suposto isto ser o país do chá. - mas toda a gente parece arruinar cada aroma diferente adicionando leite! Verdadeiro apreciador de chá é sem açúcar e, acima de tudo, sem leite!

 
4) Nas estradas toda a gente me contorna como se eu fosse uma baleia. - Alguns chegam mesmo a parar para eu passar na berma de uma estrada onde cabiam 3 carros! Eu mesma não sou grande condutora, mas ou é por Pitlochry ser uma vila constituída por muitos reformados, ou as pessoas aqui são todas um bocado cautelosas demais (aka azelhas!). 

5) Queixam-se a toda a hora. - Muitas das pessoas com quem me cruzo queixam-se demais. Meu Deus... se elas vivessem em Portugal não sobreviviam nem meio mês. Tinham uma depressão por excesso de trabalho, falta de horários e salários decentes e de sei lá que mais e acabavam por se atirar abaixo de uma ponte qualquer. Aí é que elas teriam razões para se queixarem! É engraçado no início, quando pensas “que pussys” e que podes aguentar muito mais que eles, depois torna-se só irritante. E então percebes – as pessoas vão sempre queixar-se, independentemente de onde vivem, ou de como vivem.


  6) Nunca gritam. - Sempre que fui chamada a atenção fizeram-no sempre de uma forma muito civilizada e ainda não vi ninguém passar-se da cabeça em locais públicos. São todos muito controladinhos. Não digo que não seja bom…eu própria sinto-me em estado Zen desde que aqui estou, mas uma pessoa fica com saudades de um bom espectáculo de gritaria e azeiteirada de vez em quando. 




7) Nunca se tocam. - Quando cheguei cá não sabia muito bem como havia de cumprimentar a minha FAT escocesa. Optei por abraçar, já que íamos ser da mesma família durante 3 meses. Mas tirando os vets do sitio onde estou, a quem dei um “passou-bem”, nunca cumprimentei mais ninguém com aperto de mão, beijinhos, abraços…só um “ Olá! Tudo bem?”. No início achei fixe. Agora acho só rude. Quando vamos às quintas ninguém se cumprimenta com aperto de mão e faz-me sentir mesmo mal-educada, porque cumprimentar é o que se faz logo! 
Numa cultura como a nossa, onde toda a gente passa a vida a dar beijinhos, abraços, palmadas nas costas, apertos de mão, cócegas, etc etc a ausência de contacto físico de qualquer tipo está a irritar-me! Ou se calhar é só porque ainda não arranjei amigos a sério…? 


 8) Ficam bêbados cedo demais. - Uma vez fui a uma entrevista de emprego num bar. Eram 18:30 da tarde e mal abri a porta do sitio e entrei, parecia que tinha sido transportada para um bar português às 2 da manhã! Alta gritaria e pessoas a cantar. Hmmm eu ainda nem jantei! Aguentem lá os canecos! Não admira que depois das 22h não haja nada para fazer. Por outro lado, dá muito tempo para curar a borracheira e para no dia seguinte estar no trabalho às 9h, com ar apresentável!

 
9) Cumpridores de regras. - É giro ver a reacção das pessoas, quando se fala em propositadamente infringir uma regra. Alguns olham perplexos e sem acreditarem no que acabaste de propor. Outros riem-se e dizem “Boa ideia!”, como se nunca lhes tivesse ocorrido fazer diferente, só porque é uma regra. É aí que percebes porquê que Portugal está como está…demasiadas pessoas a pensarem em como quebrar regras. O inverso acontece aqui…demasiadas pessoas a cumprir as regras. Se calhar devíamos cruzar as duas culturas e criar um lugar mais equilibrado! 


 10) Quando perguntam se está tudo bem, querem mesmo que respondas! - Em Portugal sempre me pareceu estúpido as pessoas dizerem “Olá! Tudo bem?” e continuarem a andar sem esperarem por uma resposta. Por essa razão sempre disse, e digo, apenas “Olá!!”. Aqui as pessoas esperam que dês uma resposta e que perguntes se também está tudo bem com elas…no início as pessoas ficavam a olhar para mim, à espera que eu respondesse, e eu demorava imenso, porque não sabia que era suposto dizer realmente como estava! 

Claro que este texto não passa de uma generalização...só para que não ofenda ninguém! 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

"An Abundance of Katherines" - John Green

Gosto muito do John. Acho que é um escritor cheio de iniciativa, com opiniões bem fundamentadas e com carisma. Foi dos poucos escritores que me fez chorar baba e ranho, com o mais que batido "A Culpa é das Estrelas" e, apesar de ser considerado autor de literatura YA, tem uma abordagem diferente; é original.

Um dos temas que parece estar constantemente a aparecer nos livros dele é a preocupação das pessoas, especialmente dos adolescentes, em serem únicas e deixarem a sua marca no Mundo. Vimos essa preocupação expressa na personagem de Gus, em a Culpa é das Estrelas. A adolescência é o tempo em que começamos a idealizar e a deixar-nos contagiar pela importância de certas causas e acções.  É o tempo em que achamos que o futuro só nos pode sorrir. Saímos da infância com grandes expectativas para a adolescência e saímos da adolescência com ainda maiores expectativas para o futuro. 

"An Abundance of Katherines", em português, "O Teorema Katherine", conta a história de Colin Singleton, um adolescente extremamente inteligente, quase um prodígio, que parece estar amaldiçoado pelo terrível destino de se apaixonar constantemente por Katherines e de todas elas o deixarem de coração partido. O problema é que Colin é extremamente carente e como qualquer pessoa carente, torna-se medroso, inseguro e em última análise...irritante. 

Só à medida que vamos lendo o livro é que vamos criando alguma afinidade com esta personagem. Vamos compreendendo porquê que todas estas tragédias vão acontecendo e o que Colin realmente quer e quais os seus verdadeiros medos. A sua obsessão em estar à altura dos grandes génios levam-no a tentar criar uma fórmula matemática que consiga prever qual o desfecho de qualquer relação. Pelo meio Colin e o seu melhor amigo Hassan, vão passando por várias pequenas revelações até que o momento "Eureka" finalmente surge.

Li este livro na sua versão original e gostei bastante. Publicado 6 anos antes de a "Culpa é das Estrelas", não posso deixar de notar que existem várias semelhanças entre ambos. Tanto Colin, como Gus, se preocupam em deixar este mundo sem alcançar nada de extraordinário, e tanto Lindsey, como Hazel Grace, já tem os seus pés bem acentes na terra. Ainda assim, são histórias completamente diferentes, que partilham de temas semelhantes. 

Gostei e recomendo!





 

sábado, 9 de abril de 2016

Os 4 websites Onde Cresci!

Comecei a usar a Internet, quando tinha aproximadamente 10 anos. Bons velhos tempos do chat aeiou.pt e de todos aqueles tarados sexuais, em busca de criancinhas...cá em casa existiam regras quanto ao que podíamos fazer/dizer na Internet e o tempo que era permitido passar lá. Hoje em dia, tenho ideia que essas regras são muito menos restritas, e não necessariamente porque os riscos são menores...

Heis os 4 websites onde passei muitas horas da minha infância:

1) Cidade da Malta (cidadedamalta.pt) - infelizmente este site já não está no ar, mas foi aqui que perdi a virgindade no que respeita à internet. Era um sitio espectacular para a altura, com fóruns onde crianças e adolescentes discutiam assuntos actuais, participavam em pequenos cursos online, que passavam das ciências à programação, enviavam trabalhos para concursos, e um monte de outras coisas giras. Foi também aqui que tive a minha primeira paixoneta virtual...ai ai o cyberboy14...ou algo do género...






2) Neopets (www.neopets.com) - Este espaço na internet ainda existe. No meu tempo de criança apenas tínhamos a versão inglesa. Basicamente nesta plataforma tínhamos um neopet, do qual devíamos cuidar. Para isso era preciso ter dinheiro virtual, para o alimentar e fazer feliz. Eu adorava a parte de fazer dinheiro virtual. Cada jogador podia ter a sua lojinha e comprar e vender as coisas de modo a ter lucro. Também podíamos interagir nos fóruns e em batalhas entre neopets, mas como o meu inglês ainda não era grande coisa, não usava muito essa parte. 




3) Habbo Hotel (www.habbo.com) -  actualmente este site conta com uma versão brasileira. No inicio usava a versão em inglês, mas numa fase mais tardia, passei para versão portuguesa. Era muito engraçado, porque cada bonequinho era uma pessoa e o chat ocorria em tempo real. Eu, o meu irmão e um primo meu, divertiamo-nos a tentar aldrabar os outros jogadores de forma a recebermos items em troca de coisas estúpidas, como um jogo de cadeiras e coisas assim (podíamos movimentar objectos nas nossas casas virtuais). Acho que neste momento o meu irmão é super rico, porque o jogo continua activo e ele guardou os itens que adquiriu há uns 7 anos atrás...



4) Gaia Online (www.gaiaonline.com) - Confesso que recentemente, após uma ausência de 4 anos, recomecei a usar esta plataforma de Fóruns e RPG. Embora de uma forma completamente diferente! Quando inicialmente me registei o meu objectivo era ganhar dinheiro virtual, realizar concursos de arte, coleccionar prémios e evoluir no RPG da plataforma. Hoje em dia vou lá pelas discussões que existem nos fóruns. É uma plataforma em inglês e óptima para treinar o inglês escrito e discutir todos os tópicos possíveis e imaginários. É muito engraçado ver como os participantes também estão mais velhos, existindo desde adolescentes, até pessoas da minha idade e mais velhas. 


E vocês? Onde passavam montes de tempo durante a vossa infância/adolescência??