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quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

António Variações. Entre Braga e Nova Iorque - Manuela Gonzaga


António Variações é uma das figuras mais misteriosas e mais marcantes da música portuguesa. A sua história está envolta numa espécie de misticismo e fascínio, que atravessa gerações e que não se ausenta. A sua voz característica e a sua imagem tão diferente de tudo o resto que existia, marcou o início da década de 80, do século XX. 
A sua carreira musical foi curta (mais ao menos 4 anos) e apenas foi interrompida pelo mal inevitável que é a morte. Era visto e tido como alguém que nasceu fora da sua época; um visionário. 

O meu pai recorda frequentemente um dos seus últimos concertos, na Feira da Isabelinha, na aldeia de Viatodos, em Barcelos. Não gostou do retrato que fizeram dele no filme de 2019, Variações, de João Maia. Diz que o homem não era assim espampanante. Variações era um homem simples e modesto, mas com uma criatividade imensa, que forçosamente se mostrava na sua imagem. 



O livro biográfico da autoria de Manuela Gonzaga, não é suficiente para desvendar o mistério que foi (e é) António Variações. Mas na verdade, acho que a culpa não é da autora. É simplesmente impossível desvendar Variações, ou António Joaquim Ribeiro (o seu nome real). Neste livro, ficamos a conhecer sobretudo os contextos em que o músico esteve inserido. A autora fala-nos sobre o Minho, sobre o mundo da música e dos artistas daquela época, sobre a Lisboa dos anos 80 e brinda-nos com algumas curiosidades acerca de António. 



Num ano de Pandemia, onde as idas à minha terra natal, não se concretizaram com a frequência que desejava, ler sobre os costumes do meu rico Minho, serviram de conforto. E apesar de não me rever na obsessão pelos costumes religiosos, pelas romarias e pelo místico e inexplicável, não deixo de o relacionar com a figura de Variações. Descrito por vezes como um provinciano deslumbrado, não deixei de criar um paralelismo com a minha própria experiência e com a experiência de muitos dos minhotos, que trocaram a sua boa comida, aconchego caseiro e a cor verde deslumbrante, pelo ambiente da capital, em busca de um sonho, ou de melhores oportunidades. 

É um livro que recomendo, mas que me desiludiu (à semelhança do filme) no objetivo concreto de desvendar António Variações. Talvez seja verdadeiramente impossível.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Imogen Heap - Last Night Of An Empire


A Imogen Heap é uma cantora britânica que me acompanha desde os meus 17 anos. Descobri-a através de um filme genial chamado Garden State, quando ainda fazia parte da banda Frou Frou. A sua voz pode não ter um alcance brutal. Parece-se quase com um suspiro. No entanto a sua genialidade reside na forma como a usa, aliada aos efeitos eletrónicos, para criar algumas melodias completamente à parte do que por agora se faz. 
Há poucos dias lançou este novo single, que não podia descrever melhor o que se sente pelo Mundo...a subtileza e jogo de palavras deixa sempre espaço para interpretação, mas a meu ver, é sobre a loucura dos tempos que fala. Deixo aqui a sugestão:

One down, two to go
They multiply on impact for the show
But we didn't switch off
So freedom took a long sad bow for us
Dropped and hung behind the curtain
Red as the operating rooms worsen
Sense of wrong, doom scroll on
To less important ills
Why aren't we running for the hills? Oh
Or hunting for the kill? Oh

Dance like you're on fire
Oh, go crazy on yourself
Your last rites sung by the choir
You can't control this anyway
Dance like you're on fire
And oh, you might as well
The last night of an empire

In the light of no truth
As sure as sea levels are rising
In the spin of breaking news
You droppеd your confidence in happiness (and your innocеnce)
This data indignity
That hoodwinked you for a great awakening
Meanwhile everything you ever cared about
Got hot-swapped out for someone else's twisted dream

We should be running for the hills, oh
Cause no one's got the will anymore
I haven't got the will (Click. Buy. Uh!)
Dance like you're on fire
Oh, go crazy on yourself
Your last rites sung by the choir
You can't control this anyway
Dance like you're on fire
And oh, you might as well
The last night of an empire


So, it's come to this?
We're in the biz
A systemic hysteric's normalizing disbelief
Temper, temper hate thy neighbor, that is... unless you agree
So, it's come to this?
We're in the biz
A systemic hysteric's normalizing disbelief
Temper, temper hate thy neighbor, that is... unless you agree


Slam! (Slam!) Pow! Bang! (Bang!)
Whack! KaBoom! (Boom!) KaPow! Bam! (Bam!)
Crack! What the...?
Slam! (Slam!) Pow! Bang! (Bang!)
(Just go and switch another episode on)
(Just go and switch another episode on)
Whack! KaBoom! (Boom!) KaPow! Bam! (Bam!)
(Just go and switch another episode on)
(Just go and switch another episode on)
What the...?

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

A Arte e o Ser Humano


Os livros, a música, o teatro, o cinema; a Arte - é o espelho da alma humana e do que ela encerra. Temos a Arte como um dado adquirido. A Arte e os artistas não são um dado adquirido e esta Pandemia veio realmente expor muitas das suas fragilidades. A sensibilidade da sociedade pode ser avaliada pela forma como valoriza e protege os seus artistas, o espelho do sentimentalismo e dos sonhos. 

Hoje publico esta música da Marina. Talvez ela em particular não esteja a passar por grandes tormentos, mas queria apenas partilhar o seu lindo poema sobre o que significa ser humano e como essa condição é independente da profissão, estrato social, fronteira, raça, ou etnia. Seria tudo tão mais fácil, se todos conseguíssemos ver o que temos em comum nesta crise em vez de estarmos a encerrar-nos cada vez mais nos nossos casulos de egoísmo. Completamente sufocados pela ansiedade e preocupação...

Estou grata pel'Arte e pelos artistas. 

Obrigada.

sábado, 17 de junho de 2017

Coisas que me fazem deixar de seguir

Comecei a escrever este post em 2013 (quem anda a revisitar os rascunhos antigos??). Por alguma razão a lista ficou por publicar. Na falta de inspiração para melhor, aqui ficam 5 razões que me fazem deixar de seguir, ou não seguir determinado blog:

1) Quando um blog usa imagens desfocadas de livros, ou de outra coisa qualquer. Acho que é uma questão de brio; Blogs sem brio não me atraem;

2) Quando só vemos passatempos e mais passatempos, separados por imagens de livros com apenas a sinopse. Se eu quisesse ver um catálogo, ia ali ao hipermercado buscar um;



3) Música ambiente no blog. Já falei sobre isto. A música é uma coisa pessoal. Enquanto navego na Internet ouço a minha própria música. Além de me enervar a mistura de músicas e o reflexo imediato que tenho é o de fechar a janela. 



4) Abreviaturas estilo conversa de telemóvel. É q ñ é nd nito! 

5) Quando não se passa nada naquele blog durante mais do que um mês. É um bocadinho hipócrita da minha parte, uma vez que eu já estive parada muito tempo. Mas sim. É um dos motivos pelos quais deixo de seguir. 


domingo, 8 de janeiro de 2017

Playlist 1.12 Dezembro 2016

E como não podia deixar de ser...aqui ficam as últimas descobertas da banda sonora de 2016:

"Tokyo Sunrise" da LP - Desconhecia esta artista (sim, é uma mulher), até ouvir o tema que passa na rádio portuguesa, chamado "Lost on You". A primeira vez que a ouvi achei que era a Gwen Stefani...neste Tokyo Sunrise não tem nada a ver com a Stefani, mas vão perceber as semelhanças no outro tema. Recomendo que vejam os vídeos ao vivo. Esta "miúda" tem garra!



"Let's Hurt Tonight" dos OneRepublic - Gosto sempre dos novos singles dos OneRepublic. Podem ser das bandas mais comerciais, mas como já disse aqui, não me interessa! Este single faz parte da banda sonora do filme "Collateral Beauty". O filme tem um elenco com actores e actrizes de quem gosto, como o  Edward Norton, Kate Winslet e a Keira Knightley. Talvez vá ver ao cinema...talvez. 



"Drinkee" dos Sofi Tukker - Esta música é super básica, mas dá todo um novo estilo a uma pessoa. Ponto final.  

 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Playlist #1.11 Novembro 2016

Isto é tãããããooo Novembro passado...yup, estou atrasada com esta lista, mais uma vez. 


 "I Believe in You", do Michael Bublé - Sempre que alguma coisa menos positiva acontece, posso contar com as músicas do Bublé para me animar. Estava a ter um dia mesmo mau, quando ouvi esta música pela primeira vez na rádio. Ajudou a levantar a moral e a seguir para dias melhores. Actualmente o cantor não deve estar a passar por uma fase muito positiva, uma vez que foi diagnosticado cancro ao filho mais velho de 3 aninhos...Espero que tudo lhe corra pelo melhor...


"Miss You", da Gabrielle Aplin - Já não é a primeira vez que partilho algo desta cantora inglesa. A musiquinha não tem nada de especial, mas fica no ouvido e vem mais uma vez de encontro ao "positive vibe". 


"How Far I'll Go", da Alessia Cara - Esta é a nova música da Disney e, na minha opinião a próxima "Let it Go". Faz parte da banda sonora do filme "Moana" (Vaiana, em Portugal). Escolheram muito bem a cantora. Gosto muito da Alessia e do facto de estar a ter sucesso apenas com a sua voz e letras, sem ter de se despir, ou ter videos muito elaborados. 

 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Playlist #1.10 Outubro 2016

Without further ado...

"Somebody Else" dos The 1975 - Quando esta banda começou, há uns 3 anos atrás (acho eu...) deu para perceber que ia ser algo em grande. Três anos depois aqui está esta pérola. Já não é a primeira música deles de que gosto, mas esta tem mais qualquer coisa...desde a letra, até à melodia...love it! (Sou óptima a comentar seja o que for, porque sou sempre super expansiva...not).


*FAN GIRLS CRUSH* - Matty Healy

"September Song" do JP Cooper - Esta música vai rebentar por aí a qualquer momento. Pessoalmente prefiro a versão acústica. Não há nada como recordar o primeira amor...só mesmo recordar. Ah! Que doce inocência. Antes dos romances se tornarem naquela complicação de planear coisas de crescidos em conjunto...



"Scars To Your Beautiful" da Alessia Cara - Apesar da letra estar mais que batida, uma vez que fala sobre as pessoas aceitarem aquilo que as torna diferentes, ou as suas imperfeições, não deixa de ser uma canção bonita. 


"Dialectos da Ternura" cover do Alex VanTrue - A original é daquele pokemon chamado Maria Leal, mas acho que esta cover é tudo...


Mas a versão hard rock tem piada XD

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Playlist #1.9 Setembro 2016

Estou quase, mas mesmo quase a terminar a tese (ou dissertação de mestrado, para os mais cocózinhos). Assim que este período sombrio da minha vida seja ultrapassado, voltarei com novidades! No entretanto, desfrutem das sugestões musicais do mês de Setembro (sim, saltei o mês de Agosto)! 


"Quicksand" do Tom Chaplin - Sempre gostei muito dos Keane. Agora o vocalista lançou o novo álbum, cuja capa é estranhamente idêntica a um dos álbuns do David Fonseca, mas cujo conteúdo nao tem nada a ver. Continuo a preferir o Tom nos Keane, mas este single é engraçadito!

"Black and White" da Regina Spektor - Quem também está para voltar é a Regina Spektor. Como senti a falta dela! Adoro o trabalho dela. Não acho que esta seja das melhores letras dela, mas ela tem algumas que são verdadeiramente únicas. "Older and Taller" é outra das músicas do novo album e tem mais piada. 


"Still Falling for You" da Ellie Goulding - Há uma semana atrás fui ver o filme da Bridget Jones. Li os livros o ano passado e fartei-me de rir. As minhas expectativas eram baixas (afinal era uma sequela...e a terceira...), mas fui surpreendida pela positiva! Esta música faz parte da banda sonora e encaixa na perfeição com a história. Sozinha não me chamava a mínima atenção, mas o filme dá-lhe todo  um novo significado. Se são fãs dos livros, vejam o filme.

 

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A Nova Geração da Música Portuguesa

Não sou grande conhecedora de música. Agora que me salvaguardei com a frase anterior, posso expressar de forma segura a minha opinião:

Nos últimos quinze anos tem se assistido a uma mudança drástica na música que passa nas nossas rádios. Quem está minimamente atento às tendências actuais do mercado de música portuguesa, sabe que é verdade que sempre existiram nichos bem demarcados - os artistas poeta, que fazem das suas letras quase poesia, estilo Miguel Araújo, Tiago Bettencourt, os Azeitonas...; os que cantam maioritariamente em inglês, tipo The Gift e David Fonseca; as bandas do costume, onde se enquadram os Xutos, GNR, etc e tal; os rappers de intervenção do género Sam The Kid, Valete...






No entanto, ultimamente tenho sentido uma energia diferente a começar a bombar na nossa rádio. Adoro música pop e eletrónica. Sim, não sou muito selectiva e estou-me a marimbar para a isso. Já houve um tempo em que tinha cuidado com o que ouvia em público. Hoje ouço o que me apetece e de estilos musicais muito diferentes, de acordo com o meu humor e vontade. 

Apesar de ter havido um aumento da quantidade de artistas tugas a passarem nas nossas rádios, ainda não tínhamos nenhum nicho de música Pop pura e dura, que não fosse considerada música pimba. 



Actualmente nomes como AGIR, Diogo Piçarra, David Carreira, os D.A.M.A, Carolina Deslandes, apesar de levantarem muita polémica, por serem ultra comerciais, vieram trazer um novo fôlego ao que passava na rádio de Portugal. Conseguem colocar toda a gente a cantar e a dançar, sem letras pesadas, ou muitos artifícios. São pop e faziam falta.  

 
(Podia incluir muitos outros nomes de artistas e bandas made in Portugal, mas estes foram os primeiros que me vieram à cabeça, não se trata de desprestigio pelos restantes! Até porque gosto muito dos Clã e outros e só falei deles agora...)
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Playlist #1.7 Julho 2016




"Lost Boy" da Ruth B - Quem me conhece sabe da minha obsessão em relação ao filme "Peter Pan: de volta à Terra do Nunca". Numa altura complicada da vida, vi e revi esse filme milhentas vezes, ao ponto de saber as falas quase todas. Adoro tudo naquele filme. Talvez porque, tal como a personagem principal, aprendi a ser menos negativa e fatalista e a abraçar a minha necessidade de "nunca crescer". Por isso, quando encontrei esta música fartei-me de carregar no botão "replay". A letra é só perfeita! E o vídeo, com todos aqueles livros, é lindo. Não conhecia a cantora, que aparentemente ficou famosa por fazer vários "vines", vídeos de 9 segundos, em que aparecia a cantar alguns refrões. 


"Alarm" da Anne-Marie - Esta música é completamente comercial. Quando a ouvi a primeira vez nem liguei muito. Mas esta música é daquelas que vão crescendo em nós, quantas mais vezes vamos ouvindo. Além disso adoro o estilo do video. Hoje em dia anda tudo a apostar em backgrounds todos com luzes e lasers e merdas fake. Ao menos este tem uma história e um cenário interessante...já para nao falar do moço, que é bem grosso! 


"Give Me Your Love" do Sigala feat. John Newman, Nile Rogers - Esta música é simplesmente brutal. Não precisa de mais explicação.  


"We Don't Talk Anymore"do Charlie Puth feat. Selena Gomez - Esta já está um bocadinho batida, mas o videoclip saiu à pouco tempo e gostei do resultado final. Um vídeo com que toda a gente se pode identificar. Aposto que na parte do "Feliz Aniversário", também desejou que "estivesse tudo bem com ela". 

domingo, 17 de julho de 2016

Playlist #1.6 Junho 2016

Depois de ir para a Escócia, a Playlist mensal ficou um bocadinho em "stand by". Assim como tudo um bocadinho no Baú dos Livros...Às vezes dou por mim a pensar que este projecto já teve melhores dias. Não sei se o meu coração está mais centrado noutras coisas, ou se simplesmente aquilo que eu leio, oiço e comento, não passam de opiniões pouco controversas e, por essa razão, pouco discutidas...Mas depois lembro-me porquê que criei este espaço - para ser o meu espaço! Toda a gente é bem-vinda, mas não devo depender de visualizações, ou comentários para me manter motivada. Por isso, aqui segue a Playlist de Junho! 
 

 "Who We Were With", Paradise Fears - Quando ouvi esta música a primeira vez fiquei logo apaixonada pela letra. Eu sou assim. Quando há uma boa mensagem, a musica até pode ser banal, mas eu acabo por gostar dela. Pode-se dizer que as letras de músicas, são o mais perto da poesia que aprecio. Este "Who We Were With" fala de uma situação que afecta, ou já afectou muitos casais. Aquela sensação de estar com alguém por hábito, porque é confortável, porque mete medo partir para outra e fechar uma porta para sempre...É bom sentir-nos confortáveis numa relação, mas às vezes há alturas que apetece saltar fora...a diferença está em saber dar a volta e conquistar a outra pessoa uma e outra vez. Contrariar a inércia do conforto!


 "What Do You Mean (Justin Bieber)" COVER do Jamie Cullum - Tinha um amigo que adorava Jamie Cullum. Passava a vida a partilhar músicas dele e a tentar convencer-me de que ele era um "Boss Musical". Mas as pessoas não podem ser forçadas a gostar da mesma música. Por vezes tem de haver um determinado "clique" e um maturar de espírito apurado.  Para mim o momento chegou apenas com o álbum de originais intitulado de "Momentum". A partir daí, já tive oportunidade de o ver ao vivo no Marés Vivas, e foi uma pequena amostra de espectacularidade e energia única deste pequeno senhor! Esta cover de improviso é uma de muitas, que recomendo que vejam! 


"Jump", Death Team - Agora para algo um pouco diferente das sugestões anteriores - este tema! Claramente que, embora escrito em tom de gozo, é uma mensagem para algum amigo menos especial da vocalista. Faz lembrar o soundtrack de um jogo electrónico, mas é excelente para correr, coisa que apesar de não faltar vontade, não tenho andado a fazer tanto como gostaria! 



"Good Grief", Bastille - Depois de ficarem mundialmente conhecidos com o tema "Pompeii", os Bastille estão de regresso com esta nova música, que trás uma energia mais positiva e energética à sonoridade a que estávamos habituados. Pessoalmente, acho que o vocalista tem uma voz fraquinha, à semelhança da voz da Ellie Goulding, por exemplo, mas que acaba por funcionar bem com a musicalidade das canções electrónicas que eles escrevem. Ah! E continuam com vídeos perturbadores. 


sábado, 6 de fevereiro de 2016

Playlist #1.1 Janeiro

O mês de Janeiro foi um misto de emoções. Foi um bocado triste com toda a chuva e mau tempo, mas no final começou a ficar mais alegre e positivo!

"Verge", do Owl City feat. Aloe Blacc - Sempre gostei das músicas do Owl City. Tem sempre aquele toque de electrónica, que faz lembrar jogos de computador. Consegue sempre criar sons tão alegres e com mensagens simples e positivas. A alegria é contagiante! Gosto muito da mensagem que está na base desta nova melodia. Associo-a com a altura do mês em que comecei a recuperar o gosto pela profissão, para a qual estou a estudar. Depois de três meses de consecutivas desilusões, começamos a perder a confiança e a paixão...Aprendi que é mesmo importante acreditar no que se faz e colocar amor e alegria em tudo o que tocamos, caso contrário vamos ser muito infelizes. 



"Lush Life", da Zara Larsson - Não sou particularmente fã desta música em específico. Escolhi-a porque foi graças a ela que cheguei ao nome da Zara. Fiquei curiosa por esta rapariga que, no início, achava que era a da Rihanna...É super estranho haver duas cantoras tão diferentes, com uma voz tão idêntica. Acho que no futuro esta cantora sueca vai dar que falar! Vejam também o vídeo super fofo da música "Never Forget You". Adivinhem em que livro é que se basearam para o criar...



"True Colours", Marina and the Diamonds - Como já disse em cima, este mês foi um misto de emoções. Foi muito "negro" no inicio, mas felizmente começou a melhorar e a tornar-se claro e alegre no final. Um bocado como esta música, uma interpretação da Marina de um clássico da música.  



"Under Pressure (Acapella)" , de Freddie Mercury feat David Bowie - Como não podia deixar de ser, deixo duas grandes vozes do século XX. Agora há concertos espectaculares nas estrelas! :')



 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Playlist #12 Dezembro


E a última colectânea de 2015 é:

"Reservoir", dos Metronomy - A primeira vez que ouvi esta música foi na passagem de ano de 2014 para 2015. Quis saber qual era o nome da música, mas quis o destino que descobrisse o mistério no dia 30 de Dezembro do ano seguinte...um ano para descobrir uma música! Mas ela veio até mim.



"The Girl is Mine", dos 99 Souls - Esta é um "mash-up" de uma música das Destiny Child com Brandy. Não sou particular apreciadora quer de umas, quer de outra, mas gosto desta música. É muito boa para adicionar à playlist que uso para correr. Outra coisa que gosto é do videoclip. Está muito gira a ideia de todos andarem ao contrário e de criarem um centro de reabilitação para quem, como os protagonistas, anda para a frente. No final o casal manda todos à m**** e não se envergonha de ser diferente. 



"Mrs. Potato Head", da Melanie Martinez - O que me chamou a atenção, mais do que o aspecto exótico da cantora, foi mesmo o título da música. Eu tenho um casal de batatas. Na realidade só tenho um Senhor Batata, que, graças a alguns acessórios extra, ocasionalmente muda de sexo.  Mas esta música não tem nada a ver com o Toy Story. Tem até uma mensagem bastante triste. 

 

domingo, 29 de novembro de 2015

Playlist #11 Novembro






Novembro tem sido difícil. Cheio de dúvidas, cansativo, frio e solitário. O tempo para grandes melodias não prolifera, mas ficam aqui as músicas que marcaram o mês:

Mariza, "Melhor de Mim" - Confesso que não gosto do estilo musical, que a Mariza representa. Sou a típica portuguesa, que não gosta de Fado. Talvez não goste, porque ainda não encontrei a cantora certa. O que é certo é que esta música, escrita pelo Boss AC, e interpretada pela Mariza, soa muito bem ao meu ouvido e à minha alma. Tem uma mensagem muito bonita e faz lembrar um filme da Disney.   


 
Lukas Graham, "7 Years" - Mais uma vez, uma música, com uma letra linda e nostálgica. Pessoalmente, não gosto muito da voz do cantor dinamarquês, mas o resto compensa.

Hailee Steinfeld, "Love Myself" - Este mês comecei a treinar para a corrida de S.Silvestre na Invicta. Isso significa que andei a desenterrar as últimas novidades de música pop electrónica, para conseguir aquela energia extra. Encontrei esta e achei que tinha uma mensagem positiva e motivadora, para me concentrar naquele último quilometro!