quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Tiê

Quem me conhece sabe que música brasileira não é a minha praia. O que passa na rádio não me atrai minimamente. Enerva-me até. Acho que tenho uma ideia errada da música brasileira. (Música Brasileira: samba+pooooeeeeira+olhá á ondã, olhã á ondã+assim você me mata (*vómito*)!)

Mas, admito. Desconheço a maior parte do que é bom. 
Fica aqui uma sugestão, que encontrei recentemente. Bastou ouvir uma vez. Gosto principalmente da letra. Tem um significado bastante pessoal, que descreve um pouco aquilo que foi o meu ano 2012 e as lições que esse ano trouxe.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

The Impossible (O Sporting ganhou)

Porquê que escolhi ver este filme? Podia dizer, para dar uma de "geek" de cinema, que foi pela nomeação dos óscares para melhor actriz, de Naomi Watts. Mas não. Foi mesmo porque queria ver um filme com a família, e o meu pai tem uma predilecção por desastres naturais ou ficção científica.

"The Impossible", realizado por Juan Antonio Bayon, não é impossível de ver, mas não trás nada de imperdível. Narra a história de uma família que sobrevive ao terrível tsunami ocorrido na Tailândia, na época natalícia de 2004. Uma história que só por si já avisa "PERIGO, PERIGO! SOU UMA HISTÓRIA PREVISÍVEL" (porque sabemos que a família sobrevive para contar a história!), mas à qual o realizador tenta dar um ar de "hmmm, se calhar não sobrevivem...", o que, a meu ver, não funciona de forma muito convincente. 

Na realidade o que achei melhor não foi a actuação normal de Naomi Watts, ou o magnífico charme paternal de Ewan MacGregor, foi o saber que era uma história verídica. Imaginar a sorte daquela família, no meio de tanto azar, fez-me sentir verdadeiramente feliz. 

Tom Hollande, o actor que interpreta "Lucas", o filho mais velho do casal, também não esteve mal. Pelo contrário, se alguém merecia uma nomeação neste filme seria ele e não a Watts. 

domingo, 13 de janeiro de 2013

Sugestão Musical - Hey Ocean!

Como já referia, tenho andado a procurar música (ou será ela que me encontra o.O). Gosto de Pop. Quem me conhece sabe disso. Fica aqui esta sugestão de origem canadiana:

sábado, 12 de janeiro de 2013

O Hobbit: Uma Viagem Inesperada

Tenho andado com uma preguiça terrível para escrever aqui no Baú. Não é por falta de tópico, ou de tempo. É pura vontade de procrastinar!

Dou por mim a jogar joguinhos inúteis no Facebook, ou a procurar música nova no Youtube, quando devia estar a escrever sobre os mil filmes que tenho andado a ver (foram só dois) e os mil livros que acabei de ler (foi só um), ou até a escrever relatórios fastidiosos sobre "Análises Clínicas" e estudar mil parasitas, com nomes tão interessante como "Diphyllobothrium" ou "Macranthorhynchus". Mas não... 

Por isso hoje faço uma tentativa de vos actualizar em relação às minhas incursões ao cinema mais próximo. A última foi para ver o "Anna Karenina", mas antes dessa sessão resolvi fazer a vontade ao irmão e ir ver a tão esperada aventura, inspirada no livro de Tolkien, "O Hobbit". Apesar de não ser a semana de estreia, a sala estava cheia. Estava pronta para algo aborrecido, como foi para mim a trilogia do mesmo realizador, "O Senhor dos Anéis". Não me interpretem mal. Eu adorei os livros, mas os filmes...são outra história. 

Foi por isso sem grandes expectativas, que me sentei naquela sala. E sem grandes surpresas de lá saí. É impossível não compararmos o livro ao filme e, para começar, não gosto quando introduzem histórias que não acontecem no livro. Ok, tudo bem, entendo que seja para captar a atenção daqueles que não leram a obra de Tolkien, mas não gosto. Achei ridículo dividirem uma história tão simples em três filmes. "O Hobbit" é um livro minúsculo, o livro de Tolkien que mais gostei (dos que li), para quê complicar? Resposta: pelo dinheiro. Assim, apresentaram-nos um filme demasiado longo (3 horas!?), que não corresponde à história completa.

Outro ponto fraco foram as piadas um bocado forçadas, quase próprias de um filme de animação, que colocam "O Hobbit" abaixo daquilo que se esperaria, tendo em conta a trilogia de "O Senhor dos Anéis".  

O que mais gostei de todo o filme foi sem dúvida das paisagens espectaculares, filmadas algures na Nova Zelândia. Sem dúvida que corresponderam ao meu imaginário.

Um filme que serviu apenas para para entreter e quase adormecer.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Todos os dias edito a maldita lista do "Google Reader" e todos os dias os blogs que eliminei voltam a aparecer lá! O que estou a fazer de errado?!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Musicais

"Também não gosto de musicais." - disse eu. A verdade é que quando penso em filmes musicais não há nenhum clique na minha cabeça. Raramente pagaria para os ver no cinema. Prefiro filmes cuja história é contada através de uma narrativa sem muitos floreados, à semelhança dos livros que leio; onde não surgem do nada cantorias e cenas melodramáticas. No entanto, pensando melhor no assunto, existem alguns filmes que são musicais de que gostei bastante. Se formos a ver, os próprios filmes da Disney tem muita música, que até acabou por se tornar hino de muitos deles; sem essas músicas simplesmente não seriam a mesma coisa!

Assim, ficam aqui os filmes musicais de que gostei (apesar de serem musicais):