domingo, 29 de janeiro de 2012

Crítica Literária

Há já dois anos que tenho vindo a escrever estas pequenas críticas literárias. No entanto, parece que não evoluo. Tenho noção que a minha visão dos livros é muito superficial, quase sempre centrada na história e na sua capacidade de me surpreender ou de me emocionar. Mas será que é assim porque não tenho capacidade para “ver nas entrelinhas”, ou será um mero caso de preguicite aguda?

Deixo aqui um pequeno apelo, para que me enviem links de sites/blogs, ou mesmo referências de livros sobre crítica literária. (em Inglês ou Português).

Espero sempre continuar a melhorar as minhas opiniões e os argumentos que as suportam e por isso peço a vossa ajuda. 

Muito obrigada queridos seguidores,
Alu

sábado, 28 de janeiro de 2012

A Fine Frenzy - Happier

A Fine Frenzy é o nome artístico de Alison Sudol. O nome é tirado de um verso de William Shakespeare na comédia A Midsummer Night's Dream (“O sonho de uma noite de Verão”).
A primeira vez que ouvi o tema "You Picked Me" fiquei imediatamente fã; a sua voz melodiosa, a sua cor de cabelo espectacular (quero!) e as letras das músicas fora do comum, foram o bastante para me cativar. Aguardo por isso com alguma ansiedade a chegada do novo trabalho da cantora, agendada para este Verão!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Tema do dia - A literatura impressa está a morrer?

Hoje o tema de discussão no grupo do Facebook do Baú dos Livros é:


Com o aparecimento dos leitores de e-books há cada vez mais pessoas a recorrer ao virtual; o preço excessivo da maior parte dos livros é um dos factores. Será este o começo do fim do livro impresso?


sábado, 21 de janeiro de 2012

A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo - Stieg Larson

Este é livro com o nome mais comprido que eu já li. Não sei o que se passa com os tradutores do nosso querido país, pois seria muito mais simples chamar-lhe “A Rapariga que brincava com o fogo” (aka “The Girl who played with Fire”). Além disso daria uma menor impressão de “spoiler alert”!

“A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo” é o segundo volume da trilogia Millennium, do já falecido escritor e jornalista sueco Stieg Larson. Enquanto no primeiro volume a figura central do livro era Mikael Blomkvist, este volume centra-se mais na personagem de Lisbeth Salander e no seu passado.

Depois de passar um ano no estrangeiro, Lisbeth volta a Estocolmo. Depressa os seus talentos como hacker a levam a enveredar-se nos bastidores do mundo do tráfico humano e da prostituição. Coincidência ou não, a revista Millennium está também a desenvolver uma edição especial sobre o assunto, baseada no trabalho de Dag Sevensson. Dag e a sua namorada, Mia, há muito que investigam sobre o tráfico humano e decidem recorrer à Millennium e a Mikael Blomkvist para denunciar e uma série de ilustres personalidades, responsáveis pela perpetuação destes crimes no país. Tudo parece encaminhar-se para o melhor, até que o casal é assassinado e a suspeita principal é nada mais, nada menos do que Lisbeth Salander.

Se o primeiro livro me cativou, este segundo volume fez de mim uma fã inquestionável de Larson. A capacidade que o autor teve para criar uma personagem tão estranha e simultaneamente cativante como Lisbeth Salander e a forma como conseguiu criar um enredo tão surpreendente fizeram-me querer ler sempre mais e mais.

É pena que já só me reste o último volume. Se Stieg ainda fosse vivo tenho a certeza que o seu sucesso seria igual ou superior ao da lendária Agatha Christie e Lisbeth tornar-se-ia no Poirot dos tempos modernos.(5/7)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Bloggers Pt VS non Pt

Ultimamente tenho andado a explorar os Blogs americanos sobre livros. Fiquei bastante desapontada com a maior parte deles e cheguei à conclusão de que há mais, para além das natas (ou pasteis de Belém, nunca percebi a diferença), pelo qual os portugueses se devem orgulhar.  

Certamente que há excepções, tanto do lado dos portugueses, como do lado dos americanos, mas a quantidade de maus livros que por lá se vêem elogiados até doí. Chegam ao ponto de comprar livros porque a capa, e só a capa, é bonita; na maior parte das vezes a história é a versão "Twilight" já repetida milhentas vezes.

Agora é a altura que vos peço que me sugiram blogs sobre livros, escritos em inglês, que abordem mais do que apenas livros "Twilight", ou dos quais vocês gostem por serem escritos de uma maneira que vos cativa, ou outro motivo qualquer; tudo menos aquilo que já referi! XD

Obrigada!
Alu