segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Divergent - Veronica Roth

No top de melhores livros de 2011 do “Goodreads” estava este livro. Achei um pouco estranho o facto de ter ultrapassado o “Dance with Dragons” do George R.R. Martin e por isso decidi dar uma olhada à sinopse.

“Divergent” é a primeira obra da jovem escritora Veronica Roth, e o primeiro volume de uma trilogia. Narra a história de Beatrice, uma jovem rapariga de dezasseis anos, que vive numa nação dividia em cinco fracções, obedecendo cada uma delas a uma determinada conduta social baseada em cinco qualidades da personalidade humana: “Abnegation”, que despreza o egoísmo e valoriza o altruísmo; “Dauntless”, cuja divisa é a coragem; “Candor”, que despreza a mentira e estima a honestidade; “Erudite”, que vive para o conhecimento; “Amity”, que procuram a paz e a amizade entre todos.

Quando fazem dezasseis anos, todos os jovens de todas as fracções, têm de realizar um teste que determinará qual o grupo a que pertencem, e segundo o qual viverão o resto das suas vidas (tipo “Chapéu Seleccionador” do Harry Potter). Contudo, Beatrice tem uma surpresa quando descobre que o seu teste é inconclusivo, determinando que ela é aquilo a que chamam “divergente”; nem sim, nem sopas. Ser divergente é considerado perigoso e para proteger Beatrice, a operadora do teste, Tori, escolhe forjar um falso resultado que a proteja e aconselha-a a manter segredo e a escolher o seu próprio caminho. O resto é história e terão de a ler para saber o que acontece.

Quando escrevo uma crítica sobre um livro tenho tendência a valorizar em demasia a história que ele nos conta; se é previsível, se faz o nosso coração bater mais rápido, se consegue emocionar-nos, se nos espanta, etc etc. Em “Divergent” foi precisamente a história que me cativou. Contudo, senti que existia uma mensagem para além do simples entretenimento; uma mensagem que está completamente ausente noutros livros juvenis do género; A luta interior da personagem Beatrice pela procura da sua identidade demonstra que o ser humano é muito mais do que uma só coisa; ele é divergente. (4/7)

Katie Melua - The Flood

A primeira vez que ouvi Katie Melua detestei. A verdade é que ainda hoje não gosto do primeiro sucesso da cantora, "Closest Thing to Crazy". Então o que foi que aconteceu para subitamente Katie Melua se tornar numa das minhas artistas musicais favoritas? A verdade é que não sei. Um dia ouvi o tema "Million Bicycles" e quando dei por mim tinha a discografia completa da artista.

Tema do dia - Qual a vossa personagem literária favorita?

O tema do dia de hoje é: 



sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Tema do Dia: O que valorizam mais num livro?

Existem inúmeras razões para escolher ler um determinado livro. Há quem escolha um livro por ser um clássico, por estar bem escrito, pela história na contracapa, ou simplesmente por gostarem da capa.

No meu caso tenho tendência a escolher clássicos ou então a escolher o livro pela história. E vocês?


O que valorizam mais num livro?