segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Sucesso!

Boa Noite!

Hoje estou super feliz! 
A feira de velharias de Domingo foi um sucesso. Consegui finalmente juntar dinheiro para comprar três livros do George R. Martin. Exacto! Três! Isto porque a Fnac está a fazer uma promoção do livro fantástico. Na compra de dois livros de fantasia (tem todos os das Crónicas do Gelo e do Fogo) eles oferecem o terceiro. A editora "Saída de Emergência" tem uma promoção semelhante, mas o terceiro livro oferecido é de uma pré-selecção feita pela editora (tumbs down! -_-).


sábado, 13 de agosto de 2011

Feira de Antiguidades - Póvoa de Varzim!

Amanhã, se puderem, passem pela Praça do Almada, na Póvoa de Varzim, onde eu irei estar a vender algumas velharias, alguns livros e alguns jogos de PS2 e PC. Quase tudo a 1 euro! 

Podem também aproveitar para contribuir para a causa "Artes Mião", pois também irei vender peluchinhos de feltro cujo valor da vende reverte na totalidade para este projecto!

“Millenium 01 – Os Homens que Odeiam as Mulheres” – Stieg Larsson

Interessei-me por esta história há apenas alguns meses. Antes de o meu namorado me perguntar se já tinha ouvido falar da história de uma “hacker” sueca, não fazia a mínima ideia do que era a Millenium, ou de quem era Stieg Larsson. Meses depois aqui estou eu a fazer a crítica a um dos melhores policiais que já li. 

“Millenium”, é uma conceituada revista sueca (e um banco português XD), que fica com a sua reputação arruinada depois de Mikael Blomkvist, jornalista de economia e também um dos editores chefe da revista, ser julgado e condenado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennerstrom (desculpem, mas não sei fazer acentos de dois pontos…). Blomkvist decide afastar-se das suas funções na Millenium e na mesma altura é encarregado por Henrik Vanger, um importante ex-industrial, de uma invulgar missão: descobrir o que aconteceu á sua sobrinha-neta há 40 anos atrás, quando desapareceu sem deixar rasto. 

Mais tarde, e depois de várias tentativas falhadas, Blomkvist decide recorrer á ajuda de Lisbeth Salander. Lisbeth é sem dúvida a melhor personagem do livro. Cheia de tatuagens, muito introvertida e totalmente deslocada da sociedade em que vive, que não é capaz de aceitá-la devido ao estatuto de “maluquinha” que conseguiu adquirir.

É um livro que vale muito a pena ler por ser capaz de prender o leitor sem o tornar obcecado (não é nenhum “Game of Thrones”). Estou curiosa por ler os outros dois volumes, já que se trata de uma trilogia. No entanto penso que o final deveria ter conseguido cativar mais o leitor, apesar de continuar interessada em ler a continuação. (4/7)

Os Homens Que Odeiam as Mulheres - www.wook.pt

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Novo Blog!

Olá! 
Como devem ter reparado isto tem andado um bocado parado. A verdade é que as leituras que estou a fazer não me estão a entusiasmar muito, mas também não é só por isso que tenho estado ausente. 

Decidi que estava na altura de criar um novo blog para além do Baú dos Livros (que vai continuar a existir). Gosto muito de ler, mas detesto fazer exercício físico, por isso para tentar contrariar a tendência "couch potato" resolvi criar uma espécie de diário online da minha tentativa para me tornar mais activa e saudável. 

O meu novo blog chama-se "Puré de Semilha" e está desejoso de receber novos leitores!

http://pure-de-semilha.blogspot.com/



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Dia 7 – Livro que te desiludiu

Li a saga do Crepúsculo. Primeiro porque antes de aparecer todo o frenesim à volta da versão cinematográfica, que mais tarde se estenderia aos livros, uma amiga sugeriu-me o primeiro livro. Em segundo lugar porque quando li o “Crepúsculo” até achei piada à história do vampiro vegetariano que amava um ser de outra espécie. No entanto, sou a primeira a admitir que foi uma saga, que não sendo totalmente original (demasiadas semelhanças com “True Blood”), estando repleta de clichés e apresentando uma escrita bastante simples, conseguia fazer-nos querer saber como acabaria tudo. O final chega-nos sob a forma de um quarto volume, “Amanhecer”, que foi um dos livros que mais me desiludiu e que acabou por tornar a saga completamente ridícula. Digo isto porque acho que em nenhuma outra saga juvenil que li, e já li algumas, tudo termina bem sem terem havido perdas ou qualquer tipo de inconveniente (até no Harry Potter morre montes de gente, e as personagens não têm dentes aguçados nem uma força sobre-humana). O final é tão cor-de-rosa que até o lobisomem que é rejeitado encontra o amor no ser menos esperado: numa criança. (WTF?!)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Viajei no Tempo

Estas férias têm sido muito bem aproveitadas. Entre os mergulhos na piscina, a viagem a Itália e o voluntariado num hospital veterinário, aproveitei para passar um fim-de-semana na Feira Medieval de Santa Maria da Feira. Onde eu moro também é costume realizar-se uma pequena feirinha medieval, mas sem dúvida que a da Feira é muito melhor. 


Depois de uma viagem calma de comboio e autocarro, cheguei a Santa Maria (porquê que as pessoas preferem dizer “Feira”?) já era hora do almoço. Comprei a pulseira (2 euros) e iniciei o retrocesso no tempo que me conduziria aos tempos Medievais. Gostava de ter arranjado roupa apropriada para a época, mas em tempo de crise convém trazer o disfarce de casa.



Não faltavam barraquinhas de artesanato e comida. Desde as típicas “fogaças” até aos mais comuns pães com chouriço, tudo havia em abundância, e se pretenderem visitar esta feira irão de certeza gastar bastante dinheiro nestas iguarias, a não ser que consigam resistir (coisa que eu não consegui). No entanto, se por outro lado preferem iguarias e artesanato mais exótico, podem sempre visitar o bazar árabe onde encontrarão desde o típico chá de hortelã-pimenta até ás igualmente típicas chinelas marroquinas. 



Depois de uma sangria fresquinha chegou a hora de visitar o castelo (3 euros), um dos mais completos exemplos de arquitectura medieval do país. Gostei particularmente das torres do castelo e da vista magnífica, mas (desculpem a sinceridade) achei o preço da visita exagerado.

Quando a noite se começou a aproximar o recinto começou a encher, ao ponto de ser impossível arranjar local onde comer /respirar (típico Sábado á noite). Para evitarem esta situação, aconselho-vos a visitarem a feira num dia durante a semana. Corri (tentei correr) para o local onde se iria realizar um dos muitos espectáculos gratuitos, denominado “Honra e Glória” e deliciei-me com uma agradável simulação das tácticas de guerra medievais contra os mouros (Será que os vendedores marroquinos acharam piada?). 
No final deste dia já não aguentava mais nada. Fui para a minha tenda e dormi. 

No geral gostei muito da Feira Medieval, embora tenha que referir que a higiene e número das casas de banho poderiam ser melhorados, principalmente na zona de acampamento, em que não havia separação de género, nem mesmo na zona dos urinóis (WTF?!), e a limpeza do local era reduzida. 

Claro que a viagem não podia terminar sem alguma peripécia. Ao voltar no comboio urbano (Porto-Braga), senti uma necessidade incontrolável de utilizar o WC, mas como os nossos espectaculares comboios urbanos não tem esse tipo de compartimento, tive que sair em Rio Tinto. Para meu infortúnio, a estação de Rio Tinto estava fechada, o que quase me fez chorar, por isso corri para o café mais próximo, chamado “Ribeirão” (acho eu) e fiz o que tinha a fazer. Quando saí da casa de banho comprei uma água das pedras, só para não parecer mal e esperei mais uma hora pelo próximo comboio. 

FIM.