domingo, 22 de maio de 2011
Tree of Life: Vencedor em Cannes
Não foi o facto de não estar presente para aceitar o prémio que impediu Terrance Malick de receber a Palma de Ouro pelo seu "The Tree of Life". A sua não-presença em palco obrigou os productores William Pohlad e DeDe Gardner a aceitar o prémio em seu nome. Pohlad disse que o realizador se mantém "tímido e humilde" mas que está "muito feliz" por receber o prémio.
Prémios Competição:
Palme d'Or/Melhor Filme: The Tree Of Life
Grand Prix/Segundo Melhor Filme: The Kid With A Bike/Once Upon A Time In Anatolia
Prix du Jury/Menção Honrosa: Polisse
Melhor Actriz: Kirsten Dunst por Melancholia
Melhor Actor: Jean Dujarin por The Artist
Prix de la mise en scene/Melhor Realizador: Nicolas Winding Refn for Drive
Prix du Scenario/Melhor Argumento: Joseph Cedar por Hearat Shulayam
Camera d'Or/Melhor Primeiro Filme: Pablo Gorgelli por Les Acacias
Melhor Curta Metragem: Ukranian realizador Marina Viroda por Cross Country
Grand Prix/Segundo Melhor Filme: The Kid With A Bike/Once Upon A Time In Anatolia
Prix du Jury/Menção Honrosa: Polisse
Melhor Actriz: Kirsten Dunst por Melancholia
Melhor Actor: Jean Dujarin por The Artist
Prix de la mise en scene/Melhor Realizador: Nicolas Winding Refn for Drive
Prix du Scenario/Melhor Argumento: Joseph Cedar por Hearat Shulayam
Camera d'Or/Melhor Primeiro Filme: Pablo Gorgelli por Les Acacias
Melhor Curta Metragem: Ukranian realizador Marina Viroda por Cross Country
VEENCEDORES UN CERTAIN REGARD:
Prémio Un Certain Regard: Arirang and Stopped On Track (tie)
Prémio Especial do Júri: Elena
Prémio Realização: Mohammad Raoulov por Goodbye
Prémio Especial do Júri: Elena
Prémio Realização: Mohammad Raoulov por Goodbye
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Days of Heaven: A Hell of a Movie

FICHA TÉCNICA
Título: Days of Heaven
Ano de Lançamento: 1978
Realizador: Terrence Malick
Origem: EUA
Duração: 95 minutos.
Elenco: Richard Gere, Brook Adams, Sam Shepard e Linda Manz
Depois de acompanhar a histeria em torna da nova obra de Terrence Malick, a curiosidade em saber o porquê de tanta antecipação tornou-se insuportável. Prescrição médica: ver um dos seus filmes. A escolha não foi muito difícil, Malick facilitou-me o trabalho dando-me para escolher apenas meia dúzia de filmes, fruto de 68 anos de vida e 42 de cinema. Escolhi este simplesmente porque já tinha lido sobre todos os outros e, neste mundo crescentemente mediatizado, é difícil ver alguma coisa, ou ouvir alguma coisa, ou até sentir alguma coisa verdadeiramente nova, sem sermos coagidos pelo que outros viram, ou ouviram, ou sentiram antes de nós.
Dito isto, vamos ao filme propriamente dito. Ao vê-lo não consegui afastar a dúvida: “Será que estou realmente a gostar?” Esta dúvida pode parecer estranha, porque se eu não souber do que gosto, quem saberá? (a citar um anúncio da matinal… a que ponto cheguei….) Mas depois de ver o filme concluí que não sabia se estava a gostar porque simplesmente não sabia o que estava a ver. A linguagem cinemática de Malick, se é que se pode depreender um estilo a partir de um único filme, é completamente alienígena, pelos meus padrões. A premissa do filme é simples, é contada linearmente no entanto o que estava a ver causava-me dúvidas. Depois de o acabar de ver isso não mudou.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)



