sábado, 14 de maio de 2011

"Sangue Mortífero" - Charlaine Harris

Quando achávamos que mais nada poderia suceder à telepata Sookie Stackhouse, ela vê-se envolvida em mais uma luta “política” entre seres sobrenaturais. (CONTÉM SPOILERS)

Desta vez será, a revelação à comunidade dos humanos da existência dos metamorfos e lobisomens, que irá mudar o mundo. Mas para Sookie o pior ainda está por surgir. Após descobrir que tem um bisavô fada, que ainda por cima é um príncipe, a telepata vai tornar-se alvo dos seus inimigos.

À semelhança dos outros volumes da saga, este é um livro com acção, humor e também com algumas cenas picantes. O final conseguiu surpreender-me e a autora parece ter conseguido reacender a dúvida no coração de Sookie: Será que ela irá voltar para o Bill? Ou será que acaba com Eric, o vampiro “bad-boy”. Sinceramente gosto mais do Bill, por ser mais querido e cavalheiresco…mas o Eric também tem os seus atractivos.

Espero pelo próximo livro da saga para descobrir. (4,5/7)

ALU ALVES

domingo, 8 de maio de 2011

Realidades Alternativas

Ibiza, quatro noites, 439,99$ para duas pessoas. “Esqueça os seus problemas.”

Tenerife, dois dias,339,99$ para duas pessoas. “Entre numa nova realidade.”

Para escapar à realidade há maneiras muito mais práticas e em conta. Basta entrar no café da esquina, ou do centro do prédio, se a esquina já estiver ocupada, afinal nada nos diz que os cafés tenham que ser todos na esquina, é mais força de expressão que outra coisa. Basta então entrar no café, onde quer que ele esteja, desde que, para ilustrar o ponto que quero fazer, fique já ali à mão.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Vamos unir esforços!

Para todos aqueles, que como eu são contra as Garraiadas, Touradas, Vacadas, etc. Juntem-se ao grupo do Facebook "Diz NÃO à garraiada na semana académica de Lisboa". Esta garraiada, inicialmente prevista para dia 10 de Maio, foi adiada para o mês de Setembro. No entanto, todo o apoio é necessário.

Está na altura de eliminar da nossa sociedade tradições, que colocam em causa a integridade física dos animais!




A eliminação de uma tradição nem sempre é negativa. Às vezes é necessária e faz parte da evolução de uma sociedade saudável.

Obrigada
Alu Alves

Documentários: What are they good for?


Sempre achei o documentário um género menor do cinema. Um género que perdia muito quando comparado à ficção. O meu raciocínio era simples, para mim o cinema tem que ser necessariamente um escape à realidade, por isso um género que eu cria ser uma tentativa de representação da realidade falhava nesse pressuposto básico. Para mim, se queria ver a realidade, olhava à minha volta, lia os jornais e, se via um documentário, via-o como fonte de conhecimento sobre o tema que tratava e nunca como obra verdadeiramente cinematográfica.
Estas opiniões que eu tinha em relação ao documentário foram formadas, assim como quase todas as minhas opiniões, em ignorância e ideias pré-concebidas. O pouco que aprendi sobre documentários nos últimos tempos fez-me começar a encarará-los de maneira diferente. É isso que quero partilhar.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Acaba no Fecho


Enquanto lia o jornal do dia, de trás para a frente como costumo, mas não de frente para baixo como às vezes faço, deparei me com a crónica do MEC. A minha reacção não foi de surpresa, afinal, desde que me lembro que aquele cantinho é dele, mas de reconforto, ao saber que algumas coisas continuam na mesma; ou fraseando de outra maneira, que algumas coisas boas continuam na mesma.
A crónica, também ela não foi surpresa, bem escrita e a letra bonita, falava das pequenas coisas, afinal as grandes já têm atenção que chegue, mais do mesmo também é demais. Em menos palavras do que em poucas já foi dito, o MEC dizia que a tecnologia estava a privá-lo do prazer da ignorância.